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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Robert Smithson



Robert  Smithson

Pintor e escultor norte-americano, Robert Smithson nasceu em 1938, em Passaic. Estudou no ArtStudentsLeague em Nova Iorque.Até meados da década de 60, executa uma série de pinturas que o associam ao movimento do Expressionismo Abstrato, realizando posteriormente alguns objetos de carácter minimalista. Em 1966, participa na exposição "Estruturas Primárias", em conjunto com outros artistas ligados aos fenómenos artísticos da Arte Conceptual e da Arte Minimal.Rapidamente Smithson confronta-se com a limitação e saturação criativa determinadas pelo espaço expositivo tradicional das galerias e procura transportar a ação e experiência artísticas para a natureza. Elege então territórios remotos como suporte para um trabalho eminentemente artesanal que emprega exclusivamente materiais naturais e amplia a dimensão dos objetos para a escala da paisagem, tornando-se então um dos principais representantes do movimento da Land Art nos Estados Unidos.Os trabalhos que realiza neste período assumem o carácter de topografias ou geologias artificiais e integram frequentemente as qualidades físicas e os acidentes naturais dos lugares onde se inserem, sendo em grande parte realizados para serem observados do ar.
A preferência deste artista por formas básicas com carácter fortemente simbólico encontra-se patente numa das suas mais famosas obras, o "SpiralGetty" ("Molhe em Espiral"), realizado em 1970 na costa do Great Lake, no estado do Utah. Esta intervenção em forma de espiral, construída com terra, assumia-se como um enorme símbolo arcaico (com evidente referência a algumas representações das culturas pré-históricas) na vasta paisagem, questionando a comum divisão entre produção cultural e natureza. Com carácter efémero, esta escultura foi lentamente submergida pelo lago mas reemergiu posteriormente.
Robert Smithson executou outros trabalhos, com carácter e preocupações estéticas semelhantes, como o "Spiral Hill" (1971) e o "BrokenCircle" (1972), realizado num território próximo da povoação de Emmen, na Holanda.Morreu em Amarillo, no Texas, em 1973, em consequência dum desastre de helicóptero, enquanto inspecionava "Amarillo Ramp", o seu último trabalho.
Realizado por: Indiomar Alves, Hellen Furtado, Ellen Garcia, Talita Alves, Lucas Santos.

sábado, 1 de junho de 2013

Jimmy Christian






Jimmy Christian
  
Não foi fácil encontrar algo a respeito do Jimmy Christian, acho que é pelo fato dele ser brasileiro, e as pessoas não valorizarem a arte brasileira o qual eu acho um absurdo, mas depois de um longo tempo de pesquisa para postar algo sobre ele, enfim descobri que ele nasceu em Manaus,Amazonas. Fez faculdade de Sociologia e Antropologia na Faculdade Federal do Amazonas (UFAM).
Fotógrafo profissional formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Amazonas-UFAM, com publicações nos jornais e revistas importantes no país como a revista Veja, Você s\a, Folha de são Paulo, Jornal O Globo, Jornal A crítica, Amazonas em Tempo, Diário do Amazonas.
Agraciados com os prêmios Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas de melhor fotoreportagem , II Prêmio FOTOARTEBRASÍLIA, prêmio de destaque do ano de 2009 a escrita da luz e finalista de muitos outros como Leica e o internacional FESTIMAGE. Vencedor do 8ºSalão de fotografria Pérsio Galembeck - SP, Residência artistica LANDART com o projeto alagados.






Arte Contemporânea 
Jimmy Christian






Confira as dicas do fotógrafo Jimmy Christian








C.E. Praia do Siqueira
Turma: 2002
Alunas: Ana Paula, Letícia, Jéssica e Mariane


domingo, 11 de novembro de 2012

Montagem da Land Art

Grupo: Geovanny, Luiz Guilherme, Jonatas, Yago.

Tema: Símbolo da reciclagem

OBS: O grupo mudou a proposta de construção de um catavento para esculpir nas areias da praia, o símbolo da reciclagem.







"Tínhamos em mente a ideia de fazer o símbolo da reciclagem e colocamos isto em prática através da escultura de areia. Com este projeto queríamos passar a mensagem de que é importante reciclar e fazer arte com algo simples, pois é possível se conscientizar de que arte e meio ambiente estão lado a lado." 
 
Grupo: Thiago, Cláudia e Alexandra

Tema: 14-Bis

OBS: O grupo acabou a montagem da réplica do 14-Bis feito com papelão e latinhas de refrigerante, na praia. 






"Nossa obra foi feita de acordo com as ideias iniciais do projeto que foi construir a réplica do 14-Bis de Santos Dummont, feita com materiais recicláveis. As etapas do projeto foram divididas em: fazer a coleta do material como papelão, latinhas, tubos de rolo de papel, rolos de fita durex entre outros. Enfim, tivemos a preocupação de utilizar materiais recicláveis e tirar o máximo proveito deles. A nossa intenção por trás do projeto foi relembrar um acontecimento importante para a humanidade e ao mesmo tempo, conscientizar a todos os públicos de como é importante a reciclagem constante."

Grupo: Aretha, Déborah, Izabela, Karine, Wesley, Felipe, Diogeny

Tema: Árvore

OBS: O grupo constatou ao chegar na praia que é limpa todos os dias, que não há muitos materiais recicláveis jogados no chão. Resolveram então fazer a ideia da árvore com materiais que encontrassem no local. A árvore então foi feita com gravetos, pedras e algas marinhas.






" O projeto incentiva tornar a natureza em obra e foi isso que fizemos, tornamos algas, pedras, areia e madeira que seriam inutilizáveis em forma de arte com o intuito de protesto ao desmatamento e à destruição da natureza. A obra é uma árvore, tentando atingir o público que estava na praia."

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Richard Long


Escultor inglês, Richard Long nasceu a 2 de junho de 1945, em Bristol, na Inglaterra. Entre 1962 e 1965 frequentou, em Bristol, o West of England College of Art, deslocando-se em 1966 para Londres, onde completou os seus estudos artísticos na St Martin's School of Art (1966-1968).
    
No final dos anos 60, Long começou a questionar as formas tradicionais de expressão artística, nomeadamente ao nível da escultura e tentou libertar-se dos limites impostos pelos espaços de exposição das galerias ou dos museus, elegendo o território natural como suporte e material para as suas ações artísticas. Rapidamente se tornou, a par de Hamish Fulton, no expoente máximo do movimento da Land Art em Inglaterra.Contrariamente aos artistas americanos da Land Art, como Walter de Maria ou Robert Smithson que denunciam a preferência pela grande escala, a obra de Long caracteriza-se pela pequena dimensão das intervenções e pela simplicidade das manipulações do meio natural. O fundamento e objetivo básico do seu trabalho é a reflexão sobre os conceitos de natureza e sobre o processo de transformação do espaço natural pelo homem.Grande parte da sua obra resultava das inúmeras viagens ou passeios que fez por todo o mundo. O artista assinalava as viagens deixando ao longo do percurso ou em determinados locais esculturas simples realizadas com pedras, troncos ou algas encontrados no caminho, como é o exemplo da instalação "Uma linha no Japão" (realizada em 1979), uma escultura simples realizada com pedras recolhidas durante uma escalada a uma montanha japonesa.
    
Estes trabalhos, de carácter efémero são representados em fotografias, esquemas ou textos que constituem geralmente os únicos testemunhos das obras e o meio de as relacionar com o público.
    
A partir dos anos setenta, Long produz esculturas e instalações permanentes para espaços interiores onde desenvolve as suas experiências anteriores ao nível do recurso a composições geométricas simples (linhas, círculos, espirais) e do emprego de materiais naturais. A peça "Linha de ardósia da Cornualha", 1990 é uma escultura em linha reta formada por fragmentos de ardósia escolhidos aleatoriamente durante uma caminhada nos campos da Cornualha.
    
A obra deste artista amplia as dimensões tradicionais da escultura através introdução de uma nova dimensão temporal que se refere às ações (percursos e viagens) que geraram o próprio trabalho.
    
Richard Long representou a Inglaterra na Bienal de Veneza de 1976 e, em 1989, ganhou o Turner Prize da Tate Gallery de Londres.


Veja abaixo alguns exemplos de suas obras:








Wesley Silva da Motta.
Turma: 2002

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Claudia Bakker


          Claudia Maria Freitas Bakker Doctors (Rio de Janeiro RJ 1964). Artista visual.  Em 1988, gradua-se em comunicação, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC/RJ. Na mesma instituição, entre 1990 e 1991, frequenta curso de pós-graduação em história da arte e arquitetura no Brasil. Conclui mestrado em comunicação e tecnologia da imagem, em 2001, na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro - ECO/UFRJ. Em 1994, realiza sua primeira instalação, colocando 900 maçãs em uma fonte de água do Museu do Açude.





Realiza filmes como O Pomar e o Mar, exibido na Galeria Ibeu Copacabana, em 1996, e, Apropriação - Desejo/Limite, exibido na Fundação Casa França Brasil, em 1998. Nesse ano, é uma das contempladas pelo Projeto Macunaíma, da Funarte. Faz pesquisa e assistência de curadoria para Marcio Doctors, em 2002, na exposição Pioneiro Palatnik: máquinas de pintar e máquinas de desacelerar, realizada no Itaú Cultural.Em 2005, participa da intervenção Pyrata, com o Grupo Py, em uma barca que realiza a  travessia Rio-Niterói. Desenvolve, em parceria com a estilista Luiza Marcier, em 2009, uma série de desenhos bordados e um vestido, trabalhos que integraram a Coletiva 09, da Mercedes Viegas Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro.
 
 



Diogeny, Izabela e Karine.
 
                                          

Walter de Maria

Grupo: Aretha, Débora e Felipe.

Walter de Maria

  Escultor norte-americano nascido em 1935, em Albany. Estudou arte na Universidade da Califórnia, em Berkeley, entre os anos 1953 e 1959. A partir deste ano realizou os seus primeiros trabalhos de escultura e tomou parte em happenings. Em 1960 instala-se em Nova Iorque, realizando a sua primeira exposição individual três anos depois. Participa na importante exposição coletiva "Estruturas Primárias", realizada em 1966, e que integrava obras de alguns dos principais artistas minimais e conceptuais.
   No final da década, a sua obra procura cada vez mais a extensão da arte ao contexto e à exploração das relações entre a obra e o lugar em que se insere, tornando este autor um dos pioneiros do movimento da Land Art.
Walter de Maria foi autor de alguns dos maiores projetos de Land Art ao ar livre, desde finais da década de 60, nos quais o ato de realização, o carácter efémero e a própria forma de degradação da obra se assumem como elementos fundamentais da criação artística.
   A sua última obra de grande escala "O Campo de Forças", um projeto de Land Art construído numa planície semidesértica do Novo México, nos Estados Unidos, entre 1971 e 1977, é constituído por quatrocentas estacas de sete metros de altura, colocadas numa matriz geométrica rigorosa. Esta zona é frequentemente assolada por tempestades e estas estacas metálicas servem para atrair os raios, acentuando o próprio espírito dramático e a escala do lugar.
O "New York Earth Room", datado de 1977, é uma instalação também integrável no movimento de Land Art, mas que agora se desenvolve no espaço interior de uma galeria, invertendo a tendência desta corrente para a escala paisagística. Nesta peça, o artista cobre a sala com quase um metro de terra vegetal, limitando-a com uma folha de vidro.
   Outros trabalhos deste artista remetem para as formas mais tradicionais da escultura e abordam valores históricos e culturais através da representação, de sinal minimalista, de símbolos primários e arquetípicos. É o caso da peça "Pentágono", realizada entre 1973 e 1974, que consiste num sequência de sólidos, o primeiro de planta pentagonal e o último nonagonal, em alumínio, formando calhas onde se encontram esferas.

Confira algumas de suas obras:


Vertical Earth Kilometer (Quilômetro de Terra Vertical)- 1977
The Lightning Field ( O Campo de Raios)- 1977

Walter de Maria(01 de Outubro, 1935) Nasceu em Albany, California E.U.A




   O trabalho de Walter Maria não pode ser identificado como pertencente a uma única tendência ou grupo artístico. Na década de 60 a sua obra cruzou caminhos com a Land Art, a Conceptual Art e a Minimal Art, tendo trabalhado ao longo da sua carreira simultaneamente em direções muito diferentes.
Muitos dos seus primeiros trabalhos revelam um sentido irônico dadaísta, que é bem exemplificado através das suas Boxes of Meaningless Work(1961).
  Os trabalhos mais recentes de De Maria apresentam muitas vezes uma premonição dos acontecimentos dramáticos da Natureza que não podem ser explicados pela razão, mas que podem ser vividos pelo observador. Conseguia alcançar este resultado tanto em espaços abertos como em espaços fechados em instalações delimitadas. Exemplos: Lightning Field(1971-1977), no Novo México, ou em Earth Room (1977), em Nova Iorque.




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Fonte de Pesquisa : www.Wikipedia.org

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Christo e Jeanne Claude



Christo e Jeanne-Claude são um casal de artistas.
O casal é conhecido pelas instalações de arte ambiental, entre outros, pelo seu trabalho no Reichstag, o Parlamento alemão, em Berlim e na Pont Neuf, ponte em Paris, e mais recentemente The Gates no Central Park de Nova Iorque.

Ele começou sua formação profissional como assistente de vôo, antes de encontrar seu caminho na arte. Jeanne-Claude conheceu Christo em 1958 em Paris, depois de encomendar ao artista um quadro da mãe dela.
Pouco antes dos primeiros encontros, Christo havia "embrulhado" seu primeiro pote de tinta, envolvendo-o com resina e tela de linho. Em seguida, amarrou-o e tratou-o com cola, areia e tinta de automóvel. A partir daí, começou a se dedicar cada vez mais a esta forma de trabalho. Desde 1994, o casal usa oficialmente os dois nomes juntos, com direitos iguais para as suas obras. 


Cortina em um vale - Valley Curtain, Rifle, Colorado, 1970-72




Árvores embrulhadas - Wrapped Trees, Fondation Beyeler and Berower Park, Riehen, Switzerland, 1997-98 


Passeios embrulhados - Wrapped Walk Ways, Jacob Loose Park, Kansas City, Missouri, 1977-78 


Reichstag alemão embrulhado por tecido - Wrapped Reichstag, Berlin, 1971-95


Os Guarda-chuvas - The Umbrellas, Japan-USA, 1984-91

A obra The Umbrellas foi criada para trazer o sentimento de acolhimento, como de uma casa, para as pessoas que passavam por perto. Por isso, foi feito em um local em que as pessoas pudessem ter visualização e acesso fácil, podendo fotografar, passear e descansar em baixo. A obra foi realizada em dois países, Japão e EUA, os dois mais ricos do mundo na época, como forma de diferenciar e também aproximar as culturas das duas nações. Em 4 horas, 3.100 guarda-chuvas foram abertos por 2.000 trabalhadores no Japão e nos EUA, ao mesmo tempo, e ficaram ali durante 18 dias. Depois os materiais usados foram reciclados e transformados em diversos outros objetos.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Christo_e_Jeanne-Claude
http://www.arquitetonico.ufsc.br/christo-e-jeanne-claude

Grupo: Cláudia, Fabiana e Thiago

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Projeto de Land Art

Equipes formadas para a realização de um projeto de Land Art para a cidade de Cabo Frio.

Equipe 1: Aretha, Deborah, Diogeny, Felipe, Izabela, Karine, Wesley

Tema: A natureza que compõe o mundo


           O nosso projeto tem como intuito fazer um protesto em forma de arte, contra o desmatamento e a poluição do meio ambiente. O meio ambiente é a fonte de energia vital que move o mundo, toda energia gerada necessita dos materiais oferecidos pela natureza.
          Iremos desenhar uma árvore na areia branca e fina da Praia do Forte e cobri-la com materiais recicláveis, não recicláveis e orgânicos.
          A obra demonstra a interação entre meio ambiente e a transformação da matéria prima e o consumo desenfreado que tem agredido bruscamente a natureza e os materiais produzidos pelo homem que retornam à natureza em forma de poluição. A arte tem como fim alertar o público frequentador desta praia que os danos à natureza podem ser irreversíveis e quanto antes o quadro mudar, melhor.

Equipe 2: Alef, Anderson, Claudia, Fabiana, Gabriel, Thiago
Tema: 14-Bis

Iremos montar uma réplica do avião 14-Bis, criado pelo inventor brasileiro Alberto Santos Dumont, em 1906. Esta foi uma inspiração que foi gerada quando ainda não havia muita tecnologia. Ele propôs montar uma estrutura que poderia colocar o homem para voar como as aves do céu.

            As nossas maiores preocupações é com o meio ambiente e como alcançar a mente das pessoas para esse projeto, acoplando mensagens ecológicas na réplica do 14-Bis. Uma das maiores formas para alcançar o público é nas praias, onde fica localizado um grande número de pessoas e uma de nossas inspirações foi retirada da Laguna de Araruama, que é um local onde a ecologia faz muita diferença. Os materiais que iremos utilizar serão recicláveis como papelão, revistas, jornais, ferro, latinhas e tintas. 

 
Equipe 3: Luis Guilherme, Geovanny, Jonatas, Yago, Victor
Tema: Catavento 

          Nosso trabalho é uma réplica de um catavento, para levar ao público a reflexão de que estaremos aproveitando mais energia eólica que é pouco utilizada no Brasil, fazendo uma relação entre as ideias do projeto da escola “Energia que dá vida: acenda esta ideia!”.

            A obra será montada com o reaproveitamento de palitos de picolé achados na praia, para que possa ser uma energia limpa desde a construção e que não traga a degradação do meio ambiente. Esta terá a intenção de agradar a todos os públicos da Praia do Forte.

            Os materiais a serem utilizados serão palitos de picolé, madeira e cola.